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Feng Shui Contemporâneo

As formas contemporâneas resultam da fusão das tradições chinesas com outras culturas. O pai do feng shui contemporâneo é Lin Yun um monge da seita chapéu preto, natural de Taiwan. Lin Yun emigrou para os Estados Unidos na década de 70 onde criou o feng shui “black hat” com a intenção de introduzir na sociedade americana o budismo tântrico tibetano. Este feng shui incorpora elementos do “vastu”, da arquitetura hindu, originando um método simples, de fácil assimilação e aprendizagem. A casa é dividida em oito setores cada um com o seu significado. Esta divisão é normalmente designada por “ba gua”. As muitas variantes desta escola incluem o feng shui intuitivo, pranico ou simbólico.

Sob a designação de feng shui contemporâneo, incorporam-se também disciplinas de diferentes partes do mundo, nomeadamente do ocidente que de uma forma direta ou indireta se relacionam com o bem estar e com a harmonia das habitações. Exemplos disto são a geobiologia usada para determinar as linhas energéticas da terra, nomeadamente as linhas de stress geopático, stress eletromagnético e linhas de água; a arquitetura sagrada estuda por exemplo o rácio médio dourado (golden mean ratio) para determinar as proporções ideais dos espaços interiores e usado pelos arquitetos maçons; a limpeza energética de espaços (space clearing) de origem de bali e desenvolvida por Denise Lynn e Karen Kingston que tem como objetivo limpar a tralha e as energias negativas e a acumuladas ao longo do tempo.

Outros sistemas contemporâneos tais como a escola das oito direções, desenvolvida a partir da astrologia do ki japonesa ou a escola dos oito chi´s são uteis para harmonizar o fluxo do chi e aplicar no design de interiores. A Escola Nacional de Feng Shui tem profundos conhecimentos nestas disciplinas convidando também regularmente professores estrangeiros de renome internacional.

Um vídeo a introduzir o Feng Shui Simbólico, uma das muitas áreas do Feng Shui Contemporâneo